A História de um vento

Publicado: janeiro 12, 2011 por Anderson Gonçalves em Devaneios e Causos do Anderson!
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Olá Venancios!

Como estão? E 2011… começou bem?

Bom… resolvi passar por aqui hoje bem rápido. para postar um texto que escrevi hoje a tarde.

é simples… mas acho que passa uma mensagem bacana.

Por favor,

Comentem… que se tiver ruim. tiro ele logo do blog! =))))

O nome é:

A História de um Vento

Era o vento que por ai andava sem rumo,

Sendo levado por brisas de uma vida cheia de discórdias e contra ventos.

Era quando já havia encontrado seu pico de paz que uma linda borboleta dançando sozinha e triste por ali o chamou a atenção.

Era um novo dia quando o vento a chamou para bailar uma melodia nova que soava baixa mais alta por ali.

Sem pronunciar nenhuma palavra, apenas movidos pela vontade. A dança era perfeita.

O vento bailava com a linda borboleta para lá e para cá, foram poucos os segundos pois as brisas continuavam a lhe carregar. Mas soprou forte no nobre coração do vento.

A triste borboleta continuava a bailar o ritmo e deixou uma marca. Para que o vento não a esquece-se.

Ele estava empolgado. Sabia que sopraria nas redondezas novamente. Por onde passava agora soprava bons ares.

Talvez a relação e o ritmo perfeito de uma dança que para o vento foi única. Até hoje o vendo lembra da borboleta triste.

Ele a enxerga, mas a senti distante… Mas continua a manter acessa a chama de bailar novamente,

Dessa vez uma canção mais longa, uma canção mais verdadeira.

A borboleta diz não querer mais entrar no ritmo… Diz sentir-se livre do casulo e não estar preparada para dançar… Agora.

O vento compreende, se decepciona… Mas acredita em novos ares. E mantêm soprando bons ventos para que a borboleta jamais o esqueça e nunca pare de bailar.

Anderson Gonçalves

 






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comentários
  1. Thales Salgado disse:

    Para alguém que há um tempo dizia que escrever ‘não era pra ele’ o sr. Anderson tem se saído cada vez melhor em suas divagações poéticas, especialmente na utilização de personificações e em falar acerca do tempo. Acho que seria muito chato se este texto não tivesse nenhum comentário – o que eu enviara no momento da primeira leitura extraviou – Continue assim meu rapaz. espero que me desculpe por nunca saber exatamente o que falar de seus escritos, este eu lhe digo que achei um dos melhores que já fez. Que tal dar uma revisada e postar aquela “Fuga da falsa realidade de um conto”? É interessante para balancear os posts do blog eu acho =D

Obrigado!

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